Saiba mais sobre cookies na seção Política de Cookies, incluindo a possibilidade de retirar o acordo.
Livros da Bíblia
NEEMIAS
O livro chamado “Neemias” estava originalmente combinado com o livro de Esdras para formar um só livro bíblico e figurava sob o nome de “Esdras.”
ESTER
O livro de Ester toma seu nome do caráter principal, e não do escritor, que se crê geralmente tenha sido Mardoqueu. “Ester’’, a forma persa do equivalente hebraico “Hadassa”, significa “murta fresca”. Os judeus chamavam o livro simplesmente de M’gi-lláh, que significa “rolo, volume.’’
JÓ
O livro pulsa com acontecimentos dramáticos, provocados pelo desafio de Satanás de que os humanos não manteriam sua integridade diante de Jeová sob provação, e que, quando severamente testados, se afastariam de Deus e O amaldiçoariam. A integridade inabalável de Jó lançou esse desafio de volta ao rosto do adversário e provou que o lado de Jeová era verdadeiro. Mas críticos religiosos excessivamente céticos tentam tirar de Deus essa resposta viva, ao alegar que Jó foi apenas um personagem fictício e não um homem real que manteve sua integridade sob prova. Não é exatamente isso o que o Diabo gostaria que fosse verdade?
PROVÉRBIOS
O título deste livro é tirado de sua primeira palavra no original hebraico, Mishlê, que significa “provérbios”. Mas a palavra hebraica traduzida como “provérbios” abrange mais do que isso: significa “símile” ou “semelhança”, isto é, uma “comparação, parábola, enigma”. A palavra inglesa proverbs vem do termo latino proverbia, em que pro significa “por” e verbia significa “palavras”. Assim, “provérbios” significa literalmente “por palavras”, cujo sentido básico nos leva de volta à ideia original da palavra: referir-se a ditados concisos que expressam em poucas palavras o que normalmente exigiria muitas.
SALMOS
O livro de Salmos é uma coletânea de poesias sagradas de caráter lírico, originalmente destinadas a serem cantadas ao som de instrumentos de cordas e outros instrumentos musicais. A tradução grega Septuaginta designa este livro como Psalmoi, termo que indica cânticos com acompanhamento musical. Foi da Septuaginta que as versões em inglês da Bíblia tomaram o título Psalms (Salmos).
ECLESIASTES E CÂNTICO DE SALOMÃO
“Eclesiastes” é o nome deste livro conforme aparece na Septuaginta grega e significa “pregador”. Na Bíblia Hebraica, o livro é chamado de Qoheleth (pronuncia-se co-hé-leth), a partir da segunda palavra do versículo de abertura. Qoheleth é o termo hebraico que o sábio rei Salomão aplicou a si mesmo como um nome, e que significa “eclesiastes, ou pregador, ou proclamador”. (Ecl. 1:1, 2; 12:8, Trad. Americana.)
ISAÍAS
Isaías é o primeiro dos três profetas geralmente chamados de “grandes profetas”, ou seja, o primeiro tanto em ordem cronológica quanto na disposição do cânon bíblico. Seu ministério profético ocorreu durante os reinados dos reis de Judá Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias. Parece que ele começou a profetizar pouco antes da morte de Uzias (774 a.C.) e continuou por muitos anos, até o 14º ano do reinado de Ezequias (732 a.C.) (Isaías 1:1; 6:1; 36:1). Isso prolongaria seu ministério por mais de 42 anos, pelo menos, sendo provável que tenha atuado por alguns anos além desse período.
JEREMIAS
“Ah! Senhor Jeová, veja que não sei falar, pois sou apenas uma criança.” Essas foram as palavras proferidas pelos lábios do jovem Jeremias de Anatote quando, em 647 a.C., Jeová lhe disse que, antes mesmo de nascer, o havia destinado como profeta para as nações. Mas suas palavras não eram uma desculpa para ocultar falta de zelo por Jeová Deus. Depois que Jeová lhe prometeu auxílio divino, movendo seus lábios e colocando Suas palavras em sua boca, ele partiu com grande coragem. Durante 40 anos, antes da queda de Jerusalém, as denúncias e advertências de Jeremias ecoaram pelas ruas de Judá e de Jerusalém.
LAMENTAÇÕES DE JEREMIAS
Este livro não indica o nome de quem o escreveu. A primeira evidência sobre o seu autor encontra-se na introdução acrescentada à mais antiga tradução existente, a Septuaginta, onde lemos: “E depois que Israel foi levado em cativeiro e Jerusalém ficou desolada, o profeta Jeremias não se consolou e lamentou Jerusalém nestas lamentações e, com o coração amargo, suspirando e gemendo, disse”. O Talmude judaico, que contém as mais antigas tradições, afirma: “Jeremias escreveu seu livro, o livro dos Reis e Lamentações”.
EZEQUIEL
“No trigésimo ano, no quinto dia do quarto mês, estando eu no meio dos cativos junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e tive visões de Deus. No quinto dia do mês (era o quinto ano do cativeiro do rei Joaquim), veio a palavra de Jeová expressamente a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar; e ali esteve sobre ele a mão de Jeová.” (Ezequiel 1:1-3) Desses versículos iniciais aprendemos que o ministério de Ezequiel como profeta inspirado por Deus começou na Babilônia, no 5º ano do primeiro cativeiro, isto é, em 613 a.C.