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JEOVÁ É O VERDADEIRO DEUS
Cada vez mais os olhos de homens e mulheres sinceros estão se abrindo para ver a confusão religiosa do mundo e a incoerência dos líderes religiosos que dizem uma coisa e fazem outra. Pensando que esses religiosos representam a Deus e falam por ele, muitas pessoas sinceras começam a perguntar a si mesmas se existe alguma verdade na terra. Chegam à atitude dum homem da antiguidade que escreveu no seu desapontamento: “Eu dizia no meu desânimo: Todo homem é mentiroso. ” (Salmos 116:11) Acham-se sem coragem e lamentam por dentro de si. Sem dúvida, porém, ao ouvirem vibrar da fonte correta, o som puro da verdade, apesar da agitação da desarmonia religiosa da terra, eles o reconhecerão e com alegria o aceitarão e o reterão.
O vasto universo que vemos baseia-se na verdade, e por isso marcha ordeiramente e sem distúrbios não importando a perversidade dos homens sobre a terra. O Criador dele é o grande Deus da verdade. É Ele a quem todos os povos da “cristandade” têm pretendido adorar em comum, mas as suas divergências, contendas e erros religiosos durante muitos séculos tem trazido vitupérios tanto sobre Ele como sobre à Palavra escrita que Ele deu aos homens. Em muitos casos, disseram desesperançadamente os desorientados investigadores da verdade: “Oh, a Bíblia é uma velha rabeca velho na qual se pode tocar qualquer toada”. Se assim fosse, isso queria dizer que o Autor da Bíblia estava todo confuso e dividido contra si próprio. Mas isso não se poderia dar no tocante ao Deus cuja criação visível do universo é maravilhosamente harmoniosa e não está dividida contra si. Razoavelmente, pois, o seu Livro, a Bíblia, não poderia ser desordenado e sujeito a qualquer interpretação. A confusão se acha com os seus pretensos intérpretes, os líderes religiosos da suposta “cristandade”, que discordam entre si, e às vezes, de modo violento. Portanto, o leitor ao encaminhar-se para o estudo da Bíblia com este livro em mãos, não está sendo convidado nem dirigido ao estudo da sagrada Palavra de Deus conforme os perplexos e misteriosos erros religiosos da “cristandade”. Pede-se-lhe que estude conforme o que o próprio Deus tem a dizer na Sua própria Palavra. “Porque Deus não é Deus de confusão, e sim de paz.” — 1 Coríntios 14:33
A fim de chegar à verdade devemos tirar do coração e da mente os preconceitos religiosos. Devemos permitir que Deus fale por si. Outro curso conduziria apenas a mais confusão. Que importa se os homens, religiosos e não religiosos, tenham desacreditado e menosprezado a Bíblia colocado suas opiniões e tradições ou as de outros homens acima da Bíblia? Que importa se os líderes religiosos tenham rejeitado o testemunho direto da Bíblia? Que importa se se tenha achado falso e desencaminhador o mui honrado clero da “cristandade”? Mudam a própria Bíblia ou a sua mensagem de verdade estes fatos escandalizam e desapontam? O arrazoamento são assegura-nos que o Deus verdadeiro e vivo não podia deixar de dar à humanidade investigadora alguma revelação inspirada por escrito acerca de Si próprio. Sendo assim, que a nossa posição seja então a dum escritor da Bíblia que disse: “E então? Se alguns não creram, será que a incredulidade deles anulará a fidelidade de Deus? De modo nenhum! SEJA DEUS VERDADEIRO, e todo ser humano, mentiroso, como está escrito: Para que sejas justificado nas tuas palavras e venhas a vencer quando fores julgado.” (Romanos 3:3-4) O escritor citado era um homem honesto que tinha bastante coragem para se confessar pecador sujeito ao erro e para justificar Deus como verdadeiro em quaisquer circunstâncias. Disse ele a Deus: “Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mau aos teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar.” (Salmos 51:4) Se admitirmos que seja Deus verdadeiro, ele nos instruirá na verdade pela sua Palavra registrada.
Admitir que seja Deus verdadeiro quer dizer admitir que Deus tenha a palavra final ao que é a verdade que torna os homens livres. Significa aceitar sua Palavra, a Bíblia, como a verdade. Assim, neste livro, nosso apelo é à Bíblia pela verdade. A nossa obrigação é confrontar o que se diz neste livro com as citações da Bíblia para prova de veracidade e confiança. Esse foi o procedimento que seguiram e recomendaram os escritores inspirados e as personagens fiéis da Bíblia tomaram e recomendaram. Isaías, um profeta destacado, escreve neste teor: “Quando disserem a vocês: “Consultem os médiuns e os adivinhos, que sussurram e murmuram”, será que um povo não deveria consultar o seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos? À LEI E AO TESTEMUNHO! Se eles não falarem segundo esta palavra, jamais verão a luz do alvorecer.” (Isaías 8:19, 20, NAA) “Consultem a lei e os ensinamentos de Deus! Aqueles que contradizem sua palavra jamais verão a luz.” (Isaias 8:20, Nova Versão Transformadora) Não há luz da verdade nos ensinos dos homens deste mundo que estão sujeitos à influência dos invisíveis demônios sobre-humanos, espíritos iníquos que sobretudo são os responsáveis pelas trevas deste mundo. A menos que busquemos diretamente da Palavra escrita de Deus, à lei e o testemunho, jamais atingiremos a luz cujos raios indicam que a alva dum novo mundo de justiça está às portas.
Malaquias, o último dos antigos profetas hebreus, apontou na mesma direção que Isaías, para a Palavra escrita de Deus. Disse ele como porta-voz inspirado de Deus: “Lembrem-se de obedecer à lei de Moisés, meu servo, a todos os decretos e estatutos que dei a todo o Israel no monte Sinai.” (Malaquias 4:4, Nova Versão Transformadora) Os escritos do profeta Moisés constituem os primeiros cinco livros da Bíblia hodierna; assim o último dos antigos profetas hebreus declara-se em harmonia com o primeiro dos escritores bíblicos que o precedeu em mais de mil anos. Todos os escritores entre Moisés e Malaquias se definem da mesma maneira; e o profeta Moisés preservou no seu registro as inspiradas pronunciações de todos os profetas de Deus que o precederam.
Nenhum dos escritores bíblicos, desde Malaquias para trás até Moisés, faz menção duma lei oral ou lei tradicional que existisse junto à Palavra de Deus escrita. Não declaram eles em nenhum lugar que as tradições orais dos homens religiosos igualam a Palavra de Deus nem que a Palavra escrita está incompleta sem essas tradições orais. O profeta Moisés declarou com fervor contra o acrescentar à lei e ao testemunho dados por Deus as tradições orais dos homens sem inspirações. Disse Moisés: “Não acrescentareis à palavra que eu vos mando, nem dela diminuireis, para que guardeis os mandamentos de Jeová, vosso Deus, que eu vos mando.” (Deuteronômio 4:2, Tradução Brasileira) A Palavra escrita de Deus é pura sem essas tradições humanas; e os que ensinam tradições e aderem a elas valorizando-as como iguais à Palavra escrita ou até mais elevadas fazem-se mentirosos a si próprios. “Toda palavra de Deus é pura. Ele é escudo para os que nele confiam. Não acrescente nada às suas palavras, para que ele não o repreenda, e você seja achado mentiroso.” — Provérbios 30:5,6, Nova Almeida Atualizada.
Deus mandou a seu profeta Isaías que falasse com denodo palavras vigorosas contra os que pretendem ser o povo de Deus mas usam de hipocrisia seguindo os preceitos e tradições dos homens antes que as Escrituras inspiradas. “O Senhor disse: Visto que este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos ensinados por homens, continuarei a fazer obra maravilhosa no meio deste povo. Sim, farei obra maravilhosa e um prodígio, de maneira que a sabedoria dos seus sábios será destruída, e o entendimento dos seus entendidos desaparecerá.” — Isaías 29:13,14, Nova Almeida Atualizada.
PALAVRA ESCRITA CONTRA A TRADIÇÃO
Por causa desta mesma controvérsia com respeito às tradições e os preceitos dos líderes religiosos o grande Mestre de Nazaré entrou em conflito com os rabinos do primeiro século de nossa era comum. A respeito disso lemos o seguinte registro: “Então chegaram de Jerusalém alguns fariseus e outros líderes dos judeus para fazer umas perguntas a Jesus. Por que os seus discípulos desobedecem as antigas tradições judaicas? perguntaram. Pois eles não fazem caso da nossa cerimônia de lavar as mãos antes de comer. Ele respondeu: E por que as tradições de vocês desobedecem os mandamentos diretos de Deus? Por exemplo, a lei de Deus é: Honre o seu pai e a sua mãe; qualquer um que maltrate seus pais, deve morrer. Mas vocês dizem: Mesmo que seus pais estejam passando necessidade, você pode dar o dinheiro do sustento deles para a igreja, em lugar de dar a eles. E assim, por meio da sua regra feita por homens, vocês anulam a ordem direta de Deus para que honrem e cuidem dos seus pais. Seus fingidos! Bem que Isaías profetizou de vocês: Este povo diz que Me honra, mas os seus corações estão muito longe de mim. A sua adoração não vale nada, porque ensinam suas leis feitas pelos homens, em lugar das leis que vêm de Deus.” (Mateus 15:1-9, Bíblia Viva) Desse modo os tradicionalistas religiosos provaram-se mentirosos e violadores da lei escrita de Deus; enquanto que o sincero Instrutor de Nazaré sustentava ser Deus verdadeiro porque apelava à Palavra escrita de Deus e a seguiu.
Isso é certo: As antigas Escrituras hebraicas não nos ensinam confiar nas tradições orais dos religionistas, as quais os homens mais tarde registraram e publicaram desde então como iguais às inspiradas Escrituras ou até mesmo superiores a estas onde há um conflito entre as duas. É também certo que as inspiradas Escrituras escritas em grego durante o nosso primeiro século, não nos ensinam a aceitar as tradições e preceitos morais dos que pretendem ser o clérigos cristão e confiar neles. Centenas de vezes essas Escrituras Gregas Cristãs citam à Palavra escrita de Deus contida nas Escrituras Hebraicas e se referem a elas. Referindo-se a estas Escrituras, as únicas que possuía naqueles dias, Jesus de Nazaré disse em oração a Deus por seus discípulos: “Santifica- os na verdade; a tua palavra é a verdade.” (João 17:17) Quando foi tentado pelo grande adversário durante seus quarenta dias de isolamento no deserto, resistiu os ataques do inimigo empregando a Palavra escrita de Deus. Usou a Palavra escrita a fim de desmentir o adversário. Refutando a primeira tentação disse: “Está escrito: O ser humano não viverá só de pão, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.” Frustrando a segunda tentação disse: “Também está escrito: “Não ponha à prova o Senhor, seu Deus.” Repelindo a terceira tentação disse: “Vá embora, Satanás, porque está escrito: Adore o Senhor, seu Deus, e preste culto somente a ele.” Em cada caso, ele citou a Palavra de Deus conforme escrita pelo profeta Moisés. — Mateus 4:4,7,10 Nova Almeida Atualizada; Deuteronômio 8:3; 6:16; 6:13.
Declarando a sua missão na terra Jesus, enquanto estava na sinagoga em Nazaré, pediu o rolo da Escritura da profecia de Isaías e leu o capítulo sessenta e um, versículos um e dois. (Lucas 4:16-21) Mais tarde disse: “Não pensem que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, mas para cumprir. Porque em verdade lhes digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.” (Mateus 5:17,18, Nova Almeida Atualizada) Para os religiosos que não acreditavam nele, ele deu o conselho de estudar a Palavra escrita de Deus: “Examinai as escrituras; porque nelas pensai que tendes a vida eterna; e são elas que testificam de mim. Porque se vós crêsseis em Moisés, teriam crido em mim, porque de mim ele escreveu. Mas, se não credes nos seus escritos, como crereis nas minhas palavras?” — João 5:39,46,47, Bíblia King James Fiel 1611, português.” Finalmente, com a ajuda dum traidor, os seus inimigos religiosos prenderam- no ilegalmente. Porque recusou-se resistir-lhes? Porque ele deu a verdade à Palavra de Deus. Quanto a isso disse aos discípulos como advertência: “Pois eu lhes digo que é preciso que se cumpra em mim o que está escrito: Ele foi contado com os malfeitores. Pois o que a mim se refere está sendo cumprido.” (Lucas 22:37, Nova Almeida Atualizada.) Alguns dias depois, explicando suas estranhas experiências aos seguidores assombrados, mais uma vez engrandeceu a Palavra escrita de Deus como verdadeira, expondo de que modo se tinha cumprido nele. Da sua conversa com dois de seus discípulos lemos: “E, começando por Moisés e todos os Profetas, explicou-lhes o que constava a respeito dele em todas as Escrituras.” Mais tarde, conversando com um grupo maior de discípulos, “lhes disse: São estas as palavras que eu lhes falei, estando ainda com vocês: era necessário que se cumprisse tudo o que está escrito a respeito de mim na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. Então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras. E disse- lhes: Assim está escrito que o Cristo tinha de sofrer, ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia.” (Lucas 24:27, 44-46 Nova Almeida Atualizada) Em nenhum caso apelou para as escolas rabínicas de ensino com suas tradições e preceitos dos homens. Fielmente dirigiu a atenção seus discípulos para à Palavra de Deus registrada, a fim de por esse meio glorificar a Deus como verdadeiro, ainda que ao mesmo tempo provasse serem mentirosos os líderes religiosos publicamente respeitados.
O caso de Jesus de Nazaré constitui um precedente. Dá certeza de que os homens que seguem as interpretações religiosas dos religionistas e que colocam as tradições humanas acima da sagrada Palavra escrita certamente se oporão aos seus fiéis seguidores que proclamam a pura Palavra de Deus e os perseguirão. Usa-se um dos seus próprios seguidores por ilustração para mostrar como uma aderência cega a tradições e sistemas religiosos conduz uma pessoa à oposição contra aqueles que têm como a verdadeira Palavra de Deus. Paulo, seguidor de Jesus, faz esta confissão: “Porque já ouvistes qual foi antigamente a minha conduta no judaísmo, como sobremaneira perseguia a igreja de Deus e a assolava. E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais.13Porque já ouvistes qual foi antigamente a minha conduta no judaísmo, como sobremaneira perseguia a igreja de Deus e a assolava.” — Gálatas 1:13,14, Almeida Corrigida Fiel.
Paulo sabia como as tradições religiosas por algum tempo tinha-o cegado à verdade nos escritos de Moisés, e dos demais profetas e nos salmos. Previu também que homens pretendendo ser clérigos cristãos desenvolveriam um sistema de preceitos e tradições religiosas e por estes esconderiam dos membros das organizações religiosas a verdade. Escreveu então: “Não permitam que outros lhes estraguem a fé e a alegria com suas filosofias, suas soluções erradas e superficiais baseadas em ideias e pensamentos humanos, em lugar daquilo que Cristo disse.” (Colossenses 2:8, Bíblia Viva) Paulo sabia que tais tradições seriam mentiras e que ofereceriam uma via de salvação diferente da que se contém na inspirada escrita Palavra de Deus. As pessoas religiosas hodiernas a quem as tradições religiosas desviaram das boas novas conforme registradas na Bíblia sagrada, deveriam considerar o conselho de Paulo, a saber: “O qual, na verdade, não é outro. Porém, há alguns que estão perturbando vocês e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu pregue a vocês um evangelho diferente daquele que temos pregado, que esse seja anátema. Como já dissemos, e agora repito, se alguém está pregando a vocês um evangelho diferente daquele que já receberam, que esse seja anátema.” — Gálatas 1:7-9, Nova Almeida Atualizada.
Portanto Paulo aderiu firmemente à Palavra escrita de Deus ao ensinar e pregar. Também permitiu aos ouvintes cotejar o que ele dizia com seus exemplares da Bíblia. De fato, o médico particular de Paulo, Lucas, declarou nobres as pessoas que assim faziam, em lugar de denunciá-las por lerem a Bíblia com o fim de provar a veracidade dum apóstolo. Lucas escreveu: “E logo, durante a noite, os irmãos enviaram Paulo e Silas para Bereia. Ali chegados, dirigiram-se à sinagoga dos judeus. Ora, estes de Bereia eram mais nobres do que os de Tessalônica, pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.” (Atos 17:10,11, Nova Almeida Atualizada). Por isso, quando uma organização religiosa proíbe que os seus membros leiam a Bíblia e exige que aceitem o que seus clérigos ensinam sem comparar os próprios ensinos com as Escrituras Sagradas, essa organização religiosa desmente sua pretensão de que é apostólica.
A POSIÇÃO DE PEDRO PARA COM À PALAVRA
Pedro, coapóstolo de Paulo, era da mesma opinião no assunto de dar o primeiro lugar às Escrituras Sagradas. Pedro citou vez após vez as Escrituras Hebraicas e escreveu: “Mas a Palavra do Senhor permanecerá para sempre. E a sua mensagem é a Boa Nova que foi pregada a vocês.” — 1 Pedro 1:25, Bíblia Viva.
Pedro não pretende infalibilidade nem assume títulos religiosos altissonantes, tão pouco exige que lhe prestem honras adoração em nenhum dos seus escritos ou declarações registradas. Sempre dirige seus ouvintes ou leitores à imutável Palavra de Deus como guia resplandecente até que o dia em que o reino de Deus esclareça. Pedro escreve: “Assim, temos ainda mais segura a palavra profética, e vocês fazem bem em dar atenção a ela, como a uma luz que brilha em lugar escuro, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça no coração de vocês. Primeiramente, porém, saibam que nenhuma profecia da Escritura provém de interpretação pessoal; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo. Assim como surgiram falsos profetas no meio do povo, também haverá falsos mestres entre vocês. Eles introduzirão heresias destruidoras, chegando a renegar o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição (...) para que se lembrem das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, e também se lembrem do mandamento do Senhor e Salvador, que os apóstolos de vocês lhes ensinaram.” — 2 Pedro 1:19-21 ; 2:1 ; 3:2, Nova Almeida Atualizada.
Neste livro nas mãos do leitor escolhemos portanto seguir o curso apostólico. Permitiremos que Deus seja verdadeiro, trazendo os nossos leitores para Sua imorredoura Palavra escrita. Sabendo que Deus pelo espírito santo inspirou as Escrituras Sagradas, tornando-as, dessa maneira fidedignas, preferimos que Ele faça a interpretação pelos seus registros de profecias cumpridas e pelas coisas que ele fez ocorrer na história moderna para cumprir as profecias que haveriam de realizar-se em nossos dias. “Ora, interpretar sonhos é coisa que pertence a Deus?” (Gênesis 40:8, Bíblia Viva) Sim; e Sua interpretação é a verdadeira. Concordemente achar-se-á que este livro estará cheio de citações e referências bíblicas, e é de sugerir-se que os nossos leitores procurem todas as referências que não estão transcritas e as leiam em suas Bíblias.
Onde as nossas citações não indicadas de outra maneira, são tiradas a partir da edição mais popular das Escrituras Sagradas, a saber, a chamada Tradução Brasileira da Bíblia ou Nova Almeida Atualizada. Mas os nossos leitores logo observarão neste livro citações de várias edições da Bíblia, judaica, católica romana e outras, conforme cada uma delas esclarece melhor o sentido do texto original hebraico e grego. As perguntas ao pé da página servem para que o leitor examine-se a si mesmo sobre o que leu nos parágrafos, ou para uso em classes de estudo bíblico com outras pessoas. Os capítulos que este seguem são dedicados à investigação progressiva dos ensinos principais ou essenciais da Palavra divina.