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INFERNO, LUGAR DE DESCANSO EM ESPERANÇA
“QUE assunto horrível e desagradável! Não quero discutir isso. Não desejo ouvir nada acerca desse lugar de horror. Já temos bastante inferno aqui. Por favor, não comece com esse assunto,” exclamou com repugnância uma mulher com quem conversava uma das testemunhas de Jeová.
Repreenderia o leitor esta mulher por expressar-se desta maneira? Nós, não. Isso é natural não só quanto a ela mas em relação a todos os que têm sido ensinados desde a infância a crer na doutrina religiosa que desonra a Deus, de um inferno de fogo, destinado atormentar almas humanas conscientes. Sendo, porém o leitor uma pessoa honesta, dotada pelo seu Cria dor de uma mente inteligente e investigadora, gostará de saber o que é o inferno. Que aparência tem? Quando, por quem e com que fim foi criado ou descoberto? Quem vai para lá, e por quanto tempo?
A primeira pergunta a ser formulada por uma pessoa que raciocina e investiga é, Donde vem a palavra inglesa “hell” [inferno]? A resposta deve ser, Vem do antigo verbo anglo-saxão helan, que significa esconder, parente da antiga palavra alemã hella (alemão moderno hoelle). Há precisamente uma palavra, e somente uma, nas antigas Escrituras Hebraicas de que se traduz inferno na Versão Inglesa Autorizada da Bíblia, e esta palavra é xeol. Através das Sagradas Escrituras Hebraicas esta palavra ocorre 65 vezes, porém os tradutores da Versão Inglesa Autorizada traduziram-na 31 vezes por “inferno”, 31 vezes “sepultura”, e apenas 3 vezes “cova”, e isto sem razão plausível. A Versão Católica Douay da Bíblia traduz xeol em “inferno” 63 vezes, em cova uma vez (Jó 17:16), e em morte uma vez (Oseias 13: 14). Onde xeol não é empregado, em Salmos 94:17 e 115:17, passagens estas nas quais a Versão Inglesa Autorizada reza “silêncio’’, a Versão Douay (93:17 e 113:17) reza “inferno’’; e em Provérbios 2:18 e Eclesiastes 9:3, onde a Versão Inglesa Autorizada reza “os mortos”, a Versão Douay reza “inferno”; e em Isaías 7:11, onde a Versão Inglesa Autorizada reza “abismo”, a Versão Douay reza “abismo do inferno”. Nos livros ou escritos apócrifos na Versão Douay a palavra inferno ocorre mais 19 vezes e é traduzida das palavras gregas táfos (cemitério), hades e ábissos (abismo).
Se o leitor traduzisse um livro em língua estrangeira para o português e encontrasse a palavra estrangeira relativo a pão 65 vezes, traduzi-la-ia 31 vezes pão, 31 vezes peixe, e 3 vezes carne? Certamente que não. Porquê? Porque se assim fizesse a tradução não estaria correta. Pois o que é pão não pode ao mesmo tempo ser peixe ou carne e vice-versa. O mesmo é verdadeiro quanto à palavra xeol. Se xeol é sepultura, é impossível ser ao mesmo tempo um lugar de tortura pelo fogo e ao mesmo tempo uma cova.
Mas poderá perguntar, Como sabemos que xeol significa sepultura e não um lugar de tortura? Porque a Bíblia, a Palavra de Deus, interpreta assim. Em Génesis 37:35; 42:38, Jacó, um dos patriarcas e antepassados de Jesus, lamentando a seu filho José, a quem julgava morto, disse a seus filhos e filhas que vieram confortá-lo: “Chorando, descerei à sepultura para junto do meu filho. [Sheol] ” E outra vez, “Vocês farão descer os meus cabelos brancos com tristeza à sepultura. [Sheol]” (A Versão Brasileira deixa a palavra xeol aqui não traduzida; a Versão Almeida a verte em “sepultura”; a Versão Soares católica a traduz em “inferno” e “habitação dos mortos”.)
Agora, pare o leitor por um momento e pense. Acreditaria Jacó que seu filho José fosse a um lugar de tormento e dores cruciantes, a fim de ali passar a eternidade, e desejaria Jacó ir para lá e encontrá-lo? Ou ao contrário simplesmente pensava que seu filho estava morto na sepultura e ele queira também morrer? Se ele fosse a tal lugar abrasador e ardente os seus cabelos brancos não se conservariam por muito tempo. Pare! Pense! Medite! Quer seja Católico, Protestante, Judeu, ou de outra religião. Vão para o inferno as pessoas boas? Sim, se por inferno temos em vista o inferno segundo a Bíblia. Quem não sabe acerca de Jó ou não tem lido na Bíblia sobre a sua fidelidade e integridade para com Deus? No meio da sua aflição e debaixo da pressão da parte de Satanás e seus supostos amigos Jó ofereceu a Deus a seguinte oração: “Quem dera me escondesses na sepultura [Sheol] [Douay, “inferno”; Soares “sepulcro”], e me ocultasses até que a tua ira passasse! Quem dera me fixasses um prazo e depois te lembrasses de mim!” (Jó 14:13) Se o xeol quer dizer um lugar de tormento e fogo, desejaria Jó ir para lá e passar o seu tempo ali até que Deus se lembrasse dele? Esta pergunta exige o uso de nossas faculdades de raciocínio antes que uma cega credulidade. Evidentemente o desejo de Jó era morrer e ir para a sepultura, a fim de que os seus sofrimentos cessassem. — Salmo 139:8
ONDE ESTÁ O INFERNO
Mas onde está localizado o inferno? Pode alguém perguntar. A Enciclopédia Católica, Volume 7, sob a palavra “Inferno”, declara o seguinte: “O Escrito Sagrado parece indicar que o inferno está no interior da terra, pois descreve o inferno como um abismo ao qual descem os iníquos. . . .” Porém vejamos o que a Bíblia diz acerca da localização do inferno. Quando um grande peixe engoliu o profeta Jonas a fim de salvá-lo de afogamento ele orou de dentro do ventre do peixe com estas palavras: “Da minha aflição, clamei a Jeová, e ele me respondeu; do ventre do Sheol [referência marginal, “sepultura”] gritei, e tu ouviste a minha voz.” (Jonas 2:2 TB) Onde estava Jonas? No ventre do peixe que Deus preparou para engoli-lo. Aquele exíguo lugar escuro teria sido a sepultura do profeta se não houvesse Deus 'falado ao peixe para que este vomitasse Jonas em terra enxuta'. Porém até aquele momento, ele estava no inferno, na sua sepultura ou túmulo; ele estava como morto dentro do xeol. Evidentemente o inferno não está no centro abrasador da nossa terra, porque a sua profundidade não vai além de uma sepultura.
E quanto aos soldados que morrem em luta corporal? Vão ao inferno ou ao céu? Encontram-se as respostas na seguinte escritura: “E estão com os valentes dos tempos antigos que, dentre os incircuncisos, foram mortos e desceram ao mundo dos mortos [sheol] com as suas próprias armas de guerra e com a espada debaixo da cabeça. A iniquidade deles está sobre os seus ossos, porque eram o terror dos heróis na terra dos viventes.” (Ezequiel 32:27) Aqui o profeta mostra claramente que os soldados que morrem na guerra são lançados no inferno ou túmulo, e não somente eles mas também as suas espadas são colocadas com eles no inferno debaixo das suas cabeças. E outra vez: “Ainda que cavem para chegar ao mais profundo abismo, a minha mão os tirará de lá.” (Amós 9: 2) Como os homens poderiam cavar até o inferno se fosse um lugar de fogo e enxofre literais existente nas entranhas da terra? É tão claro que o inferno segundo a Bíblia é o túmulo, a sepultura, que até uma honesta criancinha pode entendê-lo, porém não os teólogos religiosos.
Em Números 16:32,33, está escrito, acerca dos que se rebelaram contra Moisés que a terra “abriu a sua boca e os engoliu... Eles e tudo o que lhes pertencia desceram vivos ao mundo dos mortos [Sheol à cova]”. Aqui está um caso em que xeol é traduzido “sepulcro” na Versão Almeida, ao qual o terremoto fez descer esses rebeldes.
SAIR DO INFERNO
Há algum exemplo nas Escrituras de um homem ter ido ao inferno e depois ser tirado de lá? Sim; o de Jonas. Porém a Bíblia dá outro exemplo, o de Jesus. Ele foi ao inferno e esteve lá durante três dias, e então pelo poder do Deus Todo-Poderoso foi ressuscitado. Ouça o que o apóstolo Pedro declara acerca do mártir Jesus Cristo. Citando o Salmo 16:10, diz: “Pois não deixarás a minha alma na morte, [Hades, inferno], nem permitirás que o teu Santo veja corrupção. Deus ressuscitou este Jesus, e disto todos nós somos testemunhas.” (Atos 2:31, 32 Almeida) Em o Salmo 16:10 a palavra hebraica traduzida “inferno” é xeol; porém na citação grega é hades. Assim vemos que hades é a palavra grega equivalente a xeol. A palavra original em ambas as línguas significa sepultura, a condição onde nada pode ser visto; e lá foi que o Filho de Deus esteve durante três dias.
Mas não dizem que Satanás o Diabo e seus demônios estão no inferno atiçando as fornalhas e trazendo constante sofrimento aos que estão lá dentro? Sim, isto é o que ensinam os chefes religiosos; porém o leitor surpreender-se-á ao saber que o Diabo nunca esteve em tal lugar. O servo do Diabo, o rei de Babilónia, foi ao inferno, o inferno segundo a Bíblia. O profeta Isaías, falando ao infiel Lúcifer ou Satanás o Diabo representado pelo “rei de Babilónia”, disse-lhe: “Lá embaixo, o mundo dos mortos [Sheol] se agita por causa de você, para sair ao seu encontro quando você chegar. Por sua causa, ele desperta as sombras e todos os príncipes da terra, e faz levantar dos seus tronos todos os reis das nações.” (Isaías 14:9) Se o Diabo estivesse lá constantemente, como poderia ser agitado o inferno para ainda encontrá-lo? E outra vez, no versículo 15, profeticamente fala-se-lhe. “Mas você descerá ao mundo dos mortos [Sheol, inferno] no mais profundo do abismo.” É claro, portanto, que Satanás vai lá pela primeira vez na batalha do Armagedom a fim de encontrar-se com os mortos e inferno corresponde ao abismo onde é amarrado por mil anos. — Apocalipse 20:1-3, 7.
Muitas denominações religiosas creem que para todos os que têm a infelicidade de ir ao inferno absolutamente não há esperança nem perspectiva de jamais saírem de lá. As Escrituras, contudo, ensinam diferentemente, em Apocalipse 20:13,14 (Almeida), onde lemos: “A morte e o INFERNO entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras.”
Aqui o registro declara que o 'inferno deu os mortos que nele havia' e que esses mortos foram julgados segundo as suas obras. Agora, é o caso de escolher quem tem razão, Deus ou o clero? E no versículo 14 é declarado: “Então a morte e o inferno [hades] foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.” Isto é linguagem altamente simbólica. A morte e o inferno são condições e logica mente não podem ser lançados num "lago de fogo" literal. A própria morte, diz Paulo, será destruída. “Tragada foi a morte pela vitória.” (1 Coríntios 15:54,55) Ninguém seria capaz de entender esta linguagem simbólica se a própria Bíblia não nos desse a interpretação ao dizer : “Esta é a segunda morte, o lago de fogo,” da qual condição não há resgate ou ressurreição. E então fez-se a alegre declaração no versículo dez de que o próprio Diabo é “lançado no lago de fogo e enxofre” o que segundo a Bíblia, é a “segunda morte”, condição da qual o Diabo nunca reaparecerá para molestar os súbditos do Rei do Novo Mundo. Os 'tormentos' do Diabo no “lago de fogo” significam a sua permanência eterna na “segunda morte.”
GEENA
Alguns perguntarão, Como se pode explicar as palavras de Jesus em Marcos 9:47,48? O texto diz o seguinte: “E, se um dos seus olhos leva você a tropeçar, arranque-o; pois é melhor você entrar no Reino de Deus com um olho só do que, tendo os dois, ser lançado no inferno, onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga.” (Almeida) Os vociferadores do fogo do inferno agarram-se a este texto pretendendo provar que há um lugar de tortura onde os iníquos estão sofrendo dores e tormentos conscientes. Porém um exame minucioso do texto revela que o imperecível não é a criatura homem, mas os bichos. E, assim segundo as suas teorias os bichos são imortais; o que é um completo absurdo e contrário às Escrituras. Jesus não diz nada acerca de criaturas que estejam conscientes e sofrendo naquele fogo.
O que, então, queria dizer Jesus? O significado das palavras de Jesus é que é melhor para o homem ser privado de algo querido tal como um olho ou uma mão ou pé do que possuí-lo e ser destruído na Geena. Aqui o texto da Bíblia Grega usa, não a palavra hades, mas a palavra Geena, incorretamente traduzida “fogo do inferno” palavra esta que segundo as Escrituras Hebraicas faz referência ao “Vale de Hinom”. Este vale estendia-se fora elas muralhas meridional e ocidental de Jerusalém e foi usado como crematório ou incinerador onde os Israelitas atiravam os restos e o lixo da cidade bem como os corpos mortos de animais e dos criminosos perversos para serem destruídos pela incineração. Nenhuma criatura viva, contudo, era lançada ali, porque isso ia de encontro à lei judaica. Os fogos eram mantidos acesos, e, a fim de aumentar a sua intensidade, os Judeus adicionavam súlfur, ou enxofre. Por este motivo, a Geena, ou o Vale de Hinom, tornou-se um símbolo, não do tormento eterno, mas da condição de perdurável condenação ou de “maldição” eterna. As suas chamas simbolizaram a completa e eterna destruição a que irão todos os endemoninhados inimigos de Deus e de seu reino e donde não há recobro nem ressurreição.
Portanto, fala-se de Geena como um “lago que arde com fogo e enxofre”. (Apocalipse 21:8) O Hades, todavia, representa a condição da qual a ressurreição é possível. Se tomássemos as palavras de Jesus como significando o fogo literal, então somente os que literalmente tem um olho e um pé é que receberiam a vida eterna. Compare o leitor Mateus 23: 33, onde se usa Geena.
Em todas as passagens onde inferno é traduzido da palavra grega Geena significa a destruição eterna ou extinção. Notemos as seguintes palavras de Jesus: “Não temam os que matam o corpo, mas não podem matar a alma; pelo contrário, temam aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.” Jesus aqui, observemos, diz que Deus pode destruir, não atormentar, o corpo e a alma; o que é prova conclusiva de que Geena ou o vale do filho de Hinom é um quadro ou símbolo de completa aniquilação ou extermínio e não de tormento eterno. Este é o significado do verbo destruir.
O mesmo pensamento está expresso na parábola das “ovelhas e cabritos”. Ali, depois de pronunciar Jesus o julgamento contra os “cabritos”, os oponentes do reino de Deus e os que pecam contra a perfeita luz, ele declara: “E estes irão [os cabritos] para o castigo eterno [grego, kólasis]”; significando a eterna extirpação, e não o tormento eterno. (Mateus 25:46) The Emphatic Diaglott verte este versículo: “E irão estes à extirpação aionian, porém os justos à vida aionian.”
Podemos bem agora fazer a pergunta, Que tem a dizer acerca do “homem rico” que segundo o Senhor Jesus descreveu teria ido ao inferno e de “Lazaro” que “foi levado pelos anjos para junto de Abraão?” (Lucas 16: 19-31) Não mostra isso que há um inferno ardente com pessoas conscientes nele? Absolutamente não; por que isto é uma parábola, e uma parábola é um quadro simbólico e figurativo que representa uma realidade. É irracional supor que alguém vá para o inferno só porque é rico, usa boa roupa e tem o suficiente para comer; quando nenhuma acusação é feita contra o homem rico. Por outro lado, seria ridículo crer que para alguém ir ao céu precisa fazer-se de mendigo, encostar-se à porta dum homem rico, comer as migalhas que caem da sua mesa, cobrir-se de feridas, e deixar que os cães venham lambê-lo. Quantos homens desses estão hoje no mundo? E mais se o homem rico estivesse no meio de um lago abrasador, como poderia Lázaro refrescar a sua língua com apenas uma gota de água na ponta do seu dedo?
Com esta parábola Jesus fez uma profecia que está-se cumprindo em seu ambiente moderno desde 1918 E.C. Aplica-se a duas classes que existem hoje na terra. O homem rico representa a ultra egoísta classe do clero da “cristandade”, que está agora alienada de Deus e morta para o seu favor e atormentada pela verdade proclamada. Lázaro representa o restante do “corpo de Cristo” e também aquela classe de pessoas que são de boa vontade. Estes, abandonam do a religião, recebem o favor de Deus e o conforto mediante a sua Palavra. Para uma discussão detalhada desta parábola recomendamos ao leitor o livro O Novo Mundo, páginas 359-361, e também o folheto Refugiados, que trarão grande consolo e uma resposta satisfatória a todos os leitores.
E agora, quem é o responsável por essa doutrina que desonra a Deus? E qual é o seu propósito1 O promulgador é o próprio Satanás; e o seu propósito ao introduzi-la tem sido o de aterrar as pessoas para não estudarem a Bíblia e fazê-las odiar a Deus. Um homem imperfeito não tortura nem mesmo um cão danado, senão que o mata; no entanto os clérigos atribuem a Deus, que é amor (1 João 4: 16), o crime iníquo de torturar as criaturas humanas meramente porque tiveram a desventura de nascerem pecadoras. A doutrina do fogo do inferno foi desconhecida por 4.000 anos desde a queda de Adão. Esta doutrina bem como a do “purgatório”, é baseada em outra falsa doutrina, a ela “imortalidade da alma”. Para sofrer conscientemente o tormento eterno depois da morte a alma humana deveria ser imortal e indestrutível.
A doutrina dum inferno ardente onde os iníquos depois da morte são torturados para sempre não pode ser verdadeira, principalmente por quatro razões: (1) Porque está inteiramente fora das Escrituras; (2) por que é irracional; (3) porque é contraria ao amor de Deus; e (4) porque é repugnante à justiça. Daí vê-se claramente que o inferno ou xeol ou hades significa a sepultura, o túmulo, a condição a que todos, bons e maus, chegam, à espera do dia da ressurreição; enquanto que geena é a condição de destruição o que o Diabo, seus demônios e todos os opositores do Governo Teocrático de Jeová Deus chegarão, condição essa de que não há recobro ou ressurreição.